MISTÉRIOS
MISTÉRIOS
Dizem que a vida é um mistério, em que as coincidências nos
levam a acreditar que é preciso ir à descoberta dos vários factores que a
compõem, com a probabilidade a disfarçar-se de racionalidade, e a termos de
usar a criatividade para conseguir enxergar os objectivos que estão, por vezes,
fora do nosso alcance.
Vamos colecionando as histórias que fazem parte do nosso
percurso, à medida que ganhamos confiança, para lhes ir dando um toque essencial,
para que sejam interessantes, que despertem a atenção, e com alguma
credibilidade. Quando as passo à
escrita, é fundamental serem simples e suficientemente claras, dentro do estilo
que me representa. O que conto, e ofereço para leituras alheias, precisa de ser
fluído e a despertar algum interesse. As ações, como as vivências, carregam
sentimentos que importa descrever com elegância e determinação, para que a
impressão seja, definitivamente, apelativa, com possíveis lições, que cada um poderá buscar com a sua leitura.
Cada acção implica uma tomada de consciência, com os pensamentos predominantes
a terem o seu papel, carregando assim, uma energia própria, que se projetará,
tocando os que a ela estiverem disponíveis.
Os mistérios que as vidas acarretam são desafios, que
importa gerir com alguma atenção, aceitando os resultados como informações
úteis, ou aquelas mensagens que os deuses fazem o favor de nos passar! De
facto, é bom que cada escrita se torne envolvente e apelativa, para que a sua leitura
agrade realmente. As palavras carregam
um potencial que importa gerir, fazendo com que tenham aquele ritmo ideal, para
ser agradável a sua leitura. Tenho por
hábito, ler em voz alta o que escrevi, para que me soe bem aos ouvidos e seja
clara no seu objectivo, bem como apelando à sua revisão, de quem faz o favor de
prestar esse contributo, de modo a que os erros não sejam muitos…
Os textos que vou passando para os blogues, são a expressão
de sentires, ou de factores ocasionais, que me chamaram a atenção, provocando
uma necessidade de os analisar e entender as suas razões, ao mesmo tempo que me
possam parecer interessantes e, quem sabe, a tocarem alguns corações atentos.
Talvez seja, no fim, esse o grande mistério, aquele, de actuar de acordo com o
que a ocasião manifesta, e a chamar uma atenção própria, para aquele momento ou
circunstância.
OM
SHANTI OM

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