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segunda-feira, maio 28, 2007

EXPRESSÃO E CRIATIVIDADE




Muitos foram chamados e chegaram os escolhidos para o encontro previsto para encerramento das actividades extra. Assim se reforçam os laços desta comunidade que tem desenvolvido um trabalho de ampliação da consciência em toda a linha. O contacto com os nossos pares é fundamental para que a troca de energias seja feita espontaneamente e a partilha resulte num acto de amor incondicional.
Feitas as apresentações breves, meditámos num círculo com a representação dos 4 elementos ao centro: Terra a Norte, Fogo a Sul, Água a Ocidente e Ar a Oriente. Cada um recolheu uma concha ou uma pedrinha que manteve na sua mão para ser carregada da energia do seu desejo mais profundo, objecto a ser, mais tarde, depositado no “Poço dos Desejos”, um ritual que faz parte do nosso imaginário. Terminada a meditação e lançada a pedra ou a concha, ouviram-se testemunhos de alguns participantes. O som OM rematou a cerimónia e ficámos no ponto para nos entregarmos aos trabalhos propostos pela professora Eduarda Feio, que se dedicou ao desenvolvimento daquilo a que convencionámos chamar “Expressão e Criatividade” por englobar práticas físicas e expressão plástica e gráfica, servindo-se da sua experiência na área das Artes Plásticas e na sua formação como Instrutora de Yoga.
Correram exercício de corpo-espelho e de polaridades, no sentido de estabelecer contacto com o par escolhido previamente. Seguiram-se as pinturas individuais e colectivas que resultaram num painel representante das forças em presença. Um dos aspectos focados neste trabalho foi o trazer ao de cima a criança que há em nós pelo facto de estar próximo o dia da criança (1 de Junho). Grande azáfama e grande entusiasmo e um belo resultado!
Reunimo-nos, por fim, à volta duma toalha posta no chão recheada de iguarias que saciaram os participantes que foram comunicando os seus sentimentos de uma forma ou de outra enquanto saboreavam os petiscos. A grande surpresa chegou quando o Ricardo (também ele Instrutor de Yoga recém formado na Escola Sivananda da Índia), nos proporcionou um momento de grande emoção ao ler um pequeno discurso que a todos sensibilizou e a mim em particular, pois que mo dedicou em particular. Como se isto não chegasse, apresentou-se com uma caixa onde estavam contidos uma série de lenços indianos, tendo cada um tirado o seu ao acaso. Lenços lindos, com aquelas cores próprias para quem tem o hábito de meditar.
Tirei as fotos que vos mostro para que tenham uma ideia de como correram as coisas, partilhando convosco os momentos felizes que passámos numa tarde ensolarada e quente, gozando o privilégio de estar com representantes do Grupo espiritual a que pertencemos, grupo que tem como lema ser “Guerreiros e Descobridores”.
Um abraço. Fiquem bem!

domingo, maio 20, 2007

BIORRITMO E RELAÇÕES





Quando nascemos desencadeiam-se os ritmos da vida que se estabelecem da seguinte maneira até ao fim da nossa existência: Físico – 23 dias, Emocional – 28 dias, Intelectual – 33 dias. Como devem calcular, não é muito fácil lidar com esta circunstância no que respeita a relações pessoais ou mesmo sociais. Coordenar disposições com condições físicas ou intelectuais requer uma atenção constante e ajustamentos nem sempre fáceis, especialmente nas relações mais próximas. Os ciclos vão-se sucedendo indiferentes às nossas necessidades de momento. Podemos estar cheios de genica no exacto memento em que o nosso companheiro(a) está nas lonas, sem disposição para avançar com projectos que impliquem uma certa estafadeira, ou apetece-nos estar metidos na concha quando do outro lado o entusiasmo vibra numa frequência que nos escapa e, por fim, os desafios de natureza mais intelectual precisam que estejamos ambos no ponto ideal. Se as coisas funcionarem muito desencontradas, é preciso alguma habilidade, muita paciência e tolerância que baste.
Pode ser uma coisa interessante ler um pouco sobre este assunto e verificar em que ponto se encontra a leitura dos biorritmos das pessoas com quem convivemos. Se procurarem na Internet encontrarão muita matéria sobre o assunto. A primeira vez que tive contacto com esta ideia foi quando frequentava os cursos de Yoga em Londres (nos idos de 77-80). Um dos meus rituais nessas viagens era visitar uma pequena livraria especializada em esoterismo e psicologia do transpessoal. Confesso que, com o tempo, deixei de me preocupar com o assunto pois a ideia passou a fazer parte do meu sentir. Sem precisar de gráficos, dá para perceber quando estou em baixo de forma, mais sensível ou menos “espertinha”. Não sei porquê, ontem dei comigo a pensar no assunto e deu-me vontade de partilhar estas ideias neste nosso espaço cósmico. Quando nos habituamos a dar atenção ao sentir, as manifestações próprias do nosso estado, estampam-se no corpo e, desta maneira, podemos regular a nossa actuação de acordo com as circunstâncias próprias ou alheias.
Hoje em dia não há problema nenhum em ir para a cama mais cedo do que o meu marido ou vice-versa. Respeitamos as necessidades mútuas, mesmo que noutras ocasiões possa haver algumas discordâncias e a aceitação de diferentes disposições dê direito a alguma “luta” pelo direito de Ser e Estar. O mesmo acontecerá connosco próprios, pois a vida não se compadece com condições físicas, emocionais ou intelectuais... Tudo tem de seguir fluindo, ajustando o que for possível ajustar e compensar de alguma maneira. A capacidade de concentração, as técnicas de descontracção e a meditação são ferramentas utilíssimas para gerir os ritmos da vida ou biorritmos e tirar o melhor partido possível do que se apresenta em termos de desafios.
Neste momento, por exemplo, estou recolhida no meu canto, respeitando o facto de o meu biorritmo físico e mental não estarem lá grande coisa, valendo-me o campo emocional que corre às mil maravilhas, como podem constatar pelo prazer que tenho em estar a ter esta conversa convosco, neste domingo em que o Sol se esconde por detrás de nuvens que insistem em deixar cair uma chuvinha primaveril.
Fiquem bem!

segunda-feira, maio 14, 2007

VIROSE E DEPENDÊNCIAS



Pois, meus amigos, estive mais de uma semana sem poder funcionar com o meu computador do escritório por causa de uma virose sideral! A coisa arrastou-se porque o “bicho” estava disfarçado e, por fim, fomos obrigados a levar o instrumento a ser reparado, tipo lavagem de estrada... Felizmente, tinha seguranças para a maior parte do miolo e o resto teve de ser recuperado com ajudas de vária ordem. Apesar de ser cuidadosa, esta experiência veio-me ensinar que há ainda mais seguranças que se podem e devem fazer. Lição aprendida até à próxima. Hoje ficou tudo em ordem o que me permite respirar de alívio e ter tempo para me dedicar novamente à escrita. Já tinha saudades!!!
A partir do momento em que fiquei sem a preciosa ferramenta de trabalho, dei por mim a pensar que teria de me ocupar com outras matérias mais prosaicas, tais como: arrumar dossiers, limpar os cantos à casa e voltar a escrever à mão que é uma prática que uso muito pouco, ao contrário de antigamente em que escrevia tudo à mão e depois passava a limpo. Hoje em dia escrevo directamente para aqui. Foi uma experiência interessante perceber, uma vez mais, quão dependentes somos dos hábitos estabelecidos. Só apreciamos o que temos quando alguma coisa nos falta. Temos a vidinha organizada e, quando acontece uma “desgraça” ficamos baralhados. Mesmo assim, tenho a sorte de já ter vivido o suficiente para perceber que nada, nem ninguém é insubstituível, mesmo que algumas coisas e algumas pessoas sejam mais difíceis de encontrar de modo a nos satisfazer da mesma maneira. O desapego é uma atitude complexa, mas altamente libertadora. Estamos sempre a ser postos à prova.
Agora que está tudo a funcionar sobre rodas sigo, agradecendo uma e outra vez, aos meus Deuses mandarem-me as ajudas necessárias para que possa ultrapassar os obstáculos com a segurança e a rapidez possíveis. Dou graças pelo privilégio que esta assistência constante me dá, permitindo-me continuar a trabalhar e a saborear a minha própria vida.
Um abraço.
Fiquem bem

sábado, maio 05, 2007

RECADO



Nesta nova era que desponta, muitos surgirão dos escombros do descontentamento e possuirão nas mãos o feixe de luz que tornará luminosas as suas obras.
A purificação surge depois de banhada a Alma com lama e sangue, através de um processo de transmutação. A limpidez surge e é vista e entendida pois os olhos, habituados a derramar lágrimas, sabem agradecer as bençãos concedidas...
Esta nova era será surpreendente! Serão muitos os que viverão grandes alegrias, dissipando-se as dúvidas nos corações. Outros surgirão como que transformados em Seres irreconhecíveis e perturbadores. Ninguém passará imune por este tempo de mudança
Os Deuses estão convosco dando a força necessária para que o equilíbrio prevaleça. Nivelamos o vosso campo magnético para que as mudanças sejam feitas da forma mais fácil. Fiquem atentos. Ouvi a voz do Universo que pulsa dentro de vós. Percebei que cada instante representa uma ordem que deve ser cumprida. Sejam alegres. Não há solidão em parte alguma, somente no campo físico ela pode acontecer.
Estamos unidos pelo amor que circula perpetuamente. Estamos em vós!”
KM
(Uma entidade angélica)

Esta mensagem foi psicografada pela Paula (Umabel), em 21.01.02, no final de um curso que fizemos juntas, com o título “Yoga Uma Filosofia de Vida”. Como me pareceu oportuna, partilho-a convosco com muito Amor.
Fiquem bem!