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segunda-feira, março 12, 2007

ORIGENS




De vez em quando passo em revista muitos textos que marcaram ocasiões especiais ou que fizeram parte dos vários cursos que temos feito ao longo dos anos. Estas notas que vos apresento, tirei-as dum curso sobre Globoterapia em que levámos, a Paula Mora e eu, os alunos por um Caminho Iniciático, na descoberta do SER e do ESTAR, com uma terapia Holística que permite alcançar estados de bem-estar e sentir o TODO que somos.
Seguindo a linha de pensamento que nos rege, apresentámos uma série de exercícios e terapias específicas que se tornaram o motor do desenvolvimento pessoal e um elo de ligação entre o fora e o dentro, para todos quantos participaram, desejando que fosse alcançado o verdadeiro Conhecimento.
Achei curioso, pois, reproduzir-vos um extracto de uma entrevista dada pela Dr.ª Teresa Lago (entretanto falecida) ao DN, sobre Astrofísica Estelar que lhes apresentei:

“ Que características físicas permitiram o desenvolvimento da vida?
Foi o facto de existir um Sol jovem que levou à formação da atmosfera com características adequadas ao aparecimento da vida. Os processos físicos que condicionam e determinam o estado de uma estrela são muito diferentes, desde a sua formação até à morte.

- As estrelas também morrem?

Naturalmente. Morrem num sentido curioso. O seu material acaba por ser ejectado e reconduzido, redistribuído pelo espaço interestelar a partir do qual se formam. Tal como nós... O nosso material é cósmico. O cálcio que constitui os ossos e o ferro que está no sangue, os vários elementos químicos presentes no nosso corpo tiveram de ser sintetizados no interior de uma estrela, não há outro processo de formação desses elementos. Quando morremos, devolvemos esses elementos ao espaço.”

Neste fim-de-semana, trabalhei com um grupo sobre Radiestesia, dentro dos Processos Evolutivos em que estamos inseridos, e foi muito bom partilhar experiências e viver contactos especiais que vieram demonstrar à saciedade, como a energia nos toca e transforma, quando estamos disponíveis para ela, com a consciência de que, realmente, fazemos parte dum TODO e que não vivemos em redomas ou castelos, protegidos por muros intransponíveis. É no Dar que está o Receber. Foi muito bom!!!

Fiquem bem!

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