A minha Lista de blogues

terça-feira, janeiro 30, 2007

UM TEMPO DE LUZ

Um raio de Sol projecta-se neste espaço onde vos escrevo, iluminando-o para me dizer que basta abrir os olhos e ver com o coração. Esta Luz vem-me mostrar aquilo que preciso saber, aqui e agora.
Os Deuses acompanham-me, observando os passos que dou. Protegem-me, mas não interferem com o meu livre arbítrio, essa vontade que me faz sentir o que sou.
Assim, vou fluindo, atenta e dedicada a um trabalho de auto-conhecimento. Que mais é preciso ou...
Como diz o mestre Seth:

“A Luz está em todas as Almas. Sintonizem com a Luz que está em cada Homem e estarão a expandir o Amor”.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

CAMINHO ESPIRITUAL




O Caminho espiritual requer um grande esforço/trabalho, uma persistência que só está ao alcance daqueles que, alguma vez, viram a Luz. O contacto com esse ideal, mesmo que fugaz, dá o estímulo para que não fraquejemos, continuando a acreditar que vale a pena teimar em acertar as agulhas ou lubrificar engrenagens. Todos sofremos desânimos e, em muitas ocasiões, pensamos que seria mais fácil a fuga. Não somos heróis! Somos Guerreiros e Descobridores e, nessa medida avançamos com toda a confiança.
Os cansaços são eliminados com breves períodos de descontracção e concentração na respiração que é nosso alento, ou fazendo algo criativo, sempre como os olhos postos no Belo que nos rodeia. Basta VER, basta OLHAR! Os mais “avançados” já percorreram muito caminho, já saltaram muitos muros, passaram privações de vária ordem. A alegria não está na chegada, mas nos passos que vamos dando, dia a dia, ultrapassando os obstáculos que vão surgindo. É esse o grande desafio da Vida, acho eu... Pessoalmente, não gosto de pensar em “fins”. Prefiro concentrar-me nos meios que procuro cultivar para que sejam de natureza elevada. A lei do Karma assim o exige...
Confiemos. Os mistérios da existência ser-nos-ão, por fim, revelados!!!
Fiquem bem.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

TEMPO DE MEDITAR



Depois das emoções vividas durante a festa do lançamento do meu livro, entrei num estado de calma que me leva a estabelecer contacto com o meu Ser mais profundo e colher os ensinamentos resultantes daqueles momentos de alegria e exaltação. É tempo de meditar porque é preciso mergulhar na Essência e tomar consciência da Verdade que sou, deixando que o processo de auto-realização continue. Quando o impulso para seguir em frente voltar a ser irresistível, é preciso arriscar novamente e acreditar na importância dessa sensação. O sucesso de cada empreendimento depende da atenção dada, da energia nele posta, sem deixar de confiar na própria capacidade.
As mudanças vão-se operando, sem sobressaltos, desde que não se hesite um só momento, apesar das dificuldades. A Luz da Essência Divina iluminará o Caminho que piso e, assim, avançarei. Tempo de meditar, tempo para dar atenção às sensações, às impressões latentes que dão ideia do ponto em que me encontro, observando, constatando o que se apresenta com alguma distância e muito Amor.
O que sou, como estou, para onde vou?
As respostas virão sob várias formas e de várias maneiras. Descodificar o sentido da experiência vivida é um trabalho que requer clareza de espírito e não se compadece com a pressa que, quase sempre, encontra razão imediata e, por vezes, conveniente para o que se “vê” ou se sente.
Meditar é um estado de auto-hipnose que pacifica a razão e deixa a intuição fluir. A informação que chega através do hemisfério direito, não está sujeita aos códigos humanos, éticos ou sociais, pois é a Verdade mais pura que nos pode confundir ou surpreender. Aceitar o que “vem” é a forma mais directa e eficaz de aperfeiçoamento. Amplia-se a consciência, o corpo deixa de ser obstáculo e as emoções não são mais um impedimento para chegar ao Conhecimento, à plenitude do SER e do ESTAR.
É tempo de meditar... Assim farei.
Fiquem bem!

domingo, janeiro 14, 2007

É NO DAR QUE SE RECEBE




Foi uma festa!!! No dia aprazado, 12 pp., o espaço destinado ao encontro para o “baptismo” oficial do meu novo livro, “A Alma e os seus percursos”, foi-se enchendo de familiares (irmãos, filhos e netos) e amigos de todos os quadrantes que, generosamente, não perdiam a oportunidade de me acompanhar em mais uma aventura. Sentia-me em casa, até porque o Clube Militar Naval é um lugar de eleição para os festejos em que necessitamos de albergar um considerável número de pessoas e a qualidade do serviço combina perfeitamente com a sua estética e a sua decoração. A sessão decorreu na maior simplicidade e a integração do grupo fez-se naturalmente. Amigos e familiares conhecem-me de longa data, mas não são alunos do Centro, embora alguns já o tenham sido noutras ocasiões e noutros lugares. Estiveram igualmente presentes o Presidente e o Director Executivo do Clube, que se mantiveram atentos ao desfiar do meu rosário.
Não me sentei na mesa porque não gosto da barreira que ela representa e, como não estava lá ninguém para tornar o acto cerimonioso, limitei-me a ficar de pé, olhos nos olhos. O tema não era propriamente desconhecido à maioria dos presentes, mesmo não estando particularmente a par do que faço no meu trabalho, por isso, foi fácil passar a mensagem proposta. Tive a grande alegria e a emoção de receber todos quantos se disponibilizaram a partilhar comigo aquele momento.
Abri o meu coração e fiz contacto, através da vibração das palavras que se foram soltando sem esforço e com a noção de que o meu sentir era entendido. Juntos, fizemos história, contando a estória do meu atrevimento em me dedicar à escrita posta na montra e nas mãos dos futuros leitores.
Terminado o “discurso”, foi servido um belo vinho alentejano (“Pousio”), oferta de uma das minhas alunas mais antigas e produtora do mesmo, com respectivos aperitivos, enquanto me dedicava à assinatura dos autógrafos pedidos. As conversas seguiam saborosas e os reencontros serviram para matar saudades daqueles que há muito não se viam, por um ou outro motivo. Quando há amor, a distância física é, apenas, uma circunstância temporal. Uns quantos restaram para jantar connosco no restaurante do Clube e as conversas mais íntimas prolongaram-se até o cansaço dar sinal.
Agradeço aos meus Deuses mais esta oportunidade de ver o meu Caminho iluminado e feito em tão boa companhia. Agradeço, igualmente, a todos quantos participaram directa ou indirectamente, nesta celebração que ficará para sempre guardada no na minha memória afectiva. Agradeço a ajuda preciosa do meu marido que foi incansável como sempre, na preparação deste evento e no desejo de todos bem receber.
Fiquem bem!




























Foi uma festa!!! No dia aprazado, 12 pp., o espaço destinado ao encontro para o “baptismo” oficial do meu novo livro, “A Alma e os seus percursos”, foi-se enchendo de familiares (irmãos, filhos e netos) e amigos de todos os quadrantes que, generosamente, não perdiam a oportunidade de me acompanhar em mais uma aventura. Sentia-me em casa, até porque o Clube Militar Naval é um lugar de eleição para os festejos em que necessitamos de albergar um considerável número de pessoas e a qualidade do serviço combina perfeitamente com a sua estética e a sua decoração. A sessão decorreu na maior simplicidade e a integração do grupo fez-se naturalmente. Amigos e familiares conhecem-me de longa data, mas não são alunos do Centro, embora alguns já o tenham sido noutras ocasiões e noutros lugares. Estiveram igualmente presentes o Presidente e o Director Executivo do Clube, que se mantiveram atentos ao desfiar do meu rosário.
Não me sentei na mesa porque não gosto da barreira que ela representa e, como não estava lá ninguém para tornar o acto cerimonioso, limitei-me a ficar de pé, olhos nos olhos. O tema não era propriamente desconhecido à maioria dos presentes, mesmo não estando particularmente a par do que faço no meu trabalho, por isso, foi fácil passar a mensagem proposta. Tive a grande alegria e a emoção de receber todos quantos se disponibilizaram a partilhar comigo aquele momento.
Abri o meu coração e fiz contacto, através da vibração das palavras que se foram soltando sem esforço e com a noção de que o meu sentir era entendido. Juntos, fizemos história, contando a estória do meu atrevimento em me dedicar à escrita posta na montra e nas mãos dos futuros leitores.
Terminado o “discurso”, foi servido um belo vinho alentejano (“Pousio”), oferta de uma das minhas alunas mais antigas e produtora do mesmo, com respectivos aperitivos, enquanto me dedicava à assinatura dos autógrafos pedidos. As conversas seguiam saborosas e os reencontros serviram para matar saudades daqueles que há muito não se viam, por um ou outro motivo. Quando há amor, a distância física é, apenas, uma circunstância temporal. Uns quantos restaram para jantar connosco no restaurante do Clube e as conversas mais íntimas prolongaram-se até o cansaço dar sinal.
Agradeço aos meus Deuses mais esta oportunidade de ver o meu Caminho iluminado e feito em tão boa companhia. Agradeço, igualmente, a todos quantos participaram directa ou indirectamente, nesta celebração que ficará para sempre guardada no na minha memória afectiva. Agradeço a ajuda preciosa do meu marido que foi incansável como sempre, na preparação deste evento e no desejo de todos bem receber.
Fiquem bem!

terça-feira, janeiro 09, 2007

CONFISSÃO



Não se assustem, não lhes vou confessar nenhum pecado... No entanto, dei comigo a pensar que precisava de desabafar alguma inquietação por causa do lançamento do meu livro “A Alma e os seus Percursos”. Há pessoas que ficam admiradas quando lhes digo que sou tímida, mas a verdade é que sou mesmo! Devo dizer que o ter começado a dar aulas de Yoga me ajudou a ultrapassar esse problema, talvez que o entusiasmo com que avancei para esse caminho, me tivesse feito esquecer a dificuldade que sempre tive em enfrentar desconhecidos. Hoje, sou uma pessoa confiante nas capacidades e experiência adquiridos ao longo dos anos, no entanto, continuo a ser reservada e a preferir ambientes em que me sinto à vontade.
Quando comecei com estes trabalhos, tive de enfrentar muitos desafios. Dar as aulas nunca foi difícil porque me envolvo de imediato nessa tarefa, esquecendo tudo o resto. Fazer a 1ª palestra pública foi o maior teste da minha vida! Fui conseguindo vencer os medos, a insegurança e não me saí mal, embora confesse que não é a minha praia, como se costuma dizer. Prefiro ambientes mais recatados em que a comunicação se dá espontaneamente e sem reservas.
Os dois primeiros livros foram edições caseiras, o terceiro foi o primeiro acolhido pela editora Angelorum Novalis há dois anos e o seu lançamento foi feito no “Satsanga” na festa do Natal, portanto, em família. Quando este quarto livro se apresentou, em parceria, senti-me na obrigação de abrir as portas do meu coração e levar a sua apresentação para um espaço neutro onde coubessem Família e Amigos. Decidimos por um lugar onde, habitualmente, fazemos as festas de família, o Clube Militar Naval (Lisboa), visto que o meu marido é sócio há muitos anos e as condições oferecidas são as ideais para que a sessão seja informal e capaz de receber aqueles que me têm acompanhado na Vida, afectiva, social ou espiritualmente.
Não posso deixar de vos confessar que não era meu desejo fazer deste evento, uma atracção de natureza egocêntrica porque, para dizer a verdade, este livro, mais do que os outros, nasceu de vivências muito profundas em partilha com muita gente, por isso, já não o tomo como meu!!! É uma sensação, ao mesmo tempo, estranha e engraçada e tenho imenso prazer e grande alegria em perceber que a vibração daquelas palavras impressas causa tão belo efeito naqueles que já o leram. No fim, somos apenas canais, mediadores das entidades que pairam sobre o nosso universo e nos contactam para chegarem aos humanos que se identificam com a mesma vibração.
Confio no Amor incondicional dos meus Deuses e daqueles que os assistem, para que leve a bom porto este navio que me transporta pelos percursos que a minha Alma tem de percorrer para completar este ciclo de Vida e chegar aonde tenho de chegar, sem mágoa nem mácula.
Sou tímida, mas não me falta a coragem e a vontade. Estar com os que amo é a energia primordial que me assiste. Na sexta-feira, dia 12 pelas 18.30 h, lá estarei para receber os que tiverem a disponibilidade e o desejo de estarem comigo/connosco. Vai ser bom, tenho a certeza!!!
Fiquem bem

quinta-feira, janeiro 04, 2007

NOVO ANO, NOVA ETAPA




“NENHUM ANO COMEÇA. É ETERNIDADE!
AGORA, SEMPRE. A MESMA ETERNA IDADE,
PRECIPÍCIO DE DEUS SOBRE O MOMENTO.”

Fernando Pessoa


Por fim, acabaram-se as festas!!! Não mais perus roubados por gatos atrevidos ou queimados por sogra distraída, ou, ainda, de embrulhos deixados na borda do passeio, felizmente, recolhidos por mão amiga, para já não falarmos no corre-corre das prendas e dos votos que projectamos com a esperança de uma receptividade calorosa.
Começamos cada ano com repetidos desejos de que a próxima etapa a viver, seja melhor do que a anterior, mesmo que as nossas queixas não sejam de monta. Pessoalmente, já vivi natais bem tristes, natais em que a depressão espreitava sorrateira, natais solitários e natais em que o consumismo exagerado me irritava solenemente. Recordo natais em que a saudade batia à porta, entrava pela porta escancarada dos nossos corações feridos e como a união familiar foi sempre o bálsamo essencial para a sobrevivência emocional e espiritual, natais em que a alegria das crianças perfumava o ambiente e nos fazia sorrir, natais de rituais tradicionais em que a família se reunia à mesma mesa.
Novo ano, nova etapa, novas memórias que vão contando a estória das nossas vidas, para que conste a nossa presença nesta passagem pelo planeta Terra. Lembremos todos quantos nos amaram e amámos, ensinaram e aprenderam e fizeram com que crescêssemos pessoal e espiritualmente, gratos pela oportunidade de viver em plenitude e amor incondicional.
Que este novo ano, esta nova etapa vos corra de molde a aproveitarem os bons e os maus momentos como parte do TODO que é a Vida.
Fiquem bem!