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quinta-feira, outubro 15, 2009

RELAÇÃO COM A TRANSCENDÊNCIA


Há fases da nossa existência que nos abrem as portas do conhecimento transcendente. A relação com os guerreiros espirituais vai acontecendo através do contacto com os centros de energia que governam o nosso corpo, os “Chakras”, que são geradores de emoções e é por meio deles que despertamos a consciência de forma mais viva. O corpo vai dando os seus sinais…
É indispensável o diálogo com o corpo e ouvir o que tem para nos dizer sempre que aprofundamos uma relação. Que “Chakra” fica especialmente activado quando alguém no fala ou nos toca ou quando os pensamentos se comunicam? Que tipo de emoção brota com esse contacto. Será que sentimos prazer, anseio, desconfiança ou alegria?... Será que essa emoção parte da cabeça ou do coração?... Normalmente, ficamos ligados a quem de nós se aproxima, de acordo com aquilo que está a ponto de ser “acordado”. A sexualidade e a criatividade levam-nos a reproduzir os registos “kármicos” (memórias), desenvolvendo todo o nosso potencial. Quando tomamos consciência dessa circunstância estamos em condições de nos ligar a outras frequências vibratórias, sejam elas emocionais, intelectuais ou espirituais.
Cada encontro tem o seu objectivo específico. Actua e faz actuar a energia que nos permite chegar aonde temos de chegar. “Nada se perde, tudo se transforma…”. As palavras escritas ou faladas têm um ritmo próprio e tocam-nos segundo o que temos de desenvolver em cada instante. São a prova de que a transcendência nos permite sentir o que está para além das aparências e confiar numa protecção que sempre se manifesta de alguma forma. De todas as vezes que alguém nos toca ou descobrimos em algum escrito que, “por acaso”, nos chegou às mãos, o que precisamos sentir ou perceber, é sinal que estamos em contacto com a Essência primordial.
Somos privilegiados quando vivemos contactos que transcendem o imediato e o superficial e se tornam reveladores da nossa própria verdade. É preciso avançar com confiança e ouvir a voz do corpo, aceitando o que nos quer dizer e, a partir daí, seguir pelos caminhos que são só nossos e daqueles que nos acompanham nesta jornada.
Fiquem bem!

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