AMAR...
AMAR… “Para nos sentirmos completos é preciso que sejamos capazes de amar, porque o simples facto de estarmos vivos é um acto de amor! Aceitar os outros é, igualmente, um acto de amor! Sejamos magnânimos nessa acção!” Sempre que pronuncio a palavra “amor”, no peito emerge uma sensação de calor confortável que, por vezes, me emociona. Penso que há muitas maneiras de expressar esse sentimento e todas elas provocam alegria ou, simplesmente, bem-estar. Quando me manifesto, esse sentir transforma-me e, ao mesmo tempo, acorda em mim a responsabilidade de garantir sinceridade através do modo como me expresso, seja por palavras ou por acções. A maneira como demonstrarmos esse sentimento garante uma resposta adequada, pois as auras tocam-se e se expressam de imediato. Muito antes do toque físico ou da verbalização, está o contacto subtil e, esse, para além de rápido é bastante intenso. O simples facto de estarmos vivos é um acto de amor! Nascemos para a vida para cumprir...